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Aumenta a Imunidade - Combo 1

30 cápsulas
Estimula a defesa do nosso organismo e Aumenta a Imunidade

 

O que é?

É um combo com vários suplementos para ajudar na prevenção de várias doenças, aumentando a imunidade e estimulando as defesas do nosso organismo. São eles:
 

1) VITAMINA C 1,5g

A vitamina C é um suplemento vitamínico antioxidante que desempenha um importante papel nos processos de proteção e respiração celular, deve estar presente em nossas vidas ela nos protege contra a baixa imunidade, possíveis doenças cardiovasculares, envelhecimento da pele e doenças na visão. Em alguns casos se faz necessário a reposição dessa vitamina por meio da suplementação em cápsulas.O ácido ascórbico é bem absorvido, distribuindo-se uniforme e rapidamente, é eliminado em parte por oxidação e em parte por excreção renal. Contra resfriados, gripes e outras doenças, a Vitamina C garante elevar os níveis de imunidade do organismo.

A Vitamina C também apresenta atividades fisiológicas decorrentes de sua ação nos sintomas de carência desta vitamina. Astemia (fraqueza generalizada), distúrbios digestivos e atraso de crescimento são observados na deficiência de vitamina C, assim como o comprometimento da formação da substância intercelular de certos tecidos do organismo, o que prejudica o processo de cicatrização e formação dos ossos e dentes.

Benefícios?

• Aumenta a imunidade;
• Previne doenças bacterianas e virais;
• Ação antioxidante;
• Atua na produção do colágeno;
• Fornece mais energia para o corpo;
• Auxilia na absorção de ferro;
• Auxilia na saúde cardiovascular.
• Prevenção contra gripes e resfriados.
• Auxilia na amenização dos sintomas decorrentes destas doenças.

Posologia: Tomar 1 cápsula 2 vezes ao dia ou conforme orientação de um profissional habilitado.
Composição: Vitamina C 1,5g excipiente QSP 1 cápsula.

Referências: BATISTUZZO J.A.de O. Formulário médico Farmacêutico 3ª ed. São Paulo: Pharmabooks Editora, 2006.


2) VITAMINA D3 10.000ui

Conhecida como a “vitamina do sol" por ser formada no corpo pela ação dos raios solares na pele, a vitamina d3 é responsável por manter a saúde dos dentes e ossos, ajudar contra a fraqueza muscular e com o aumento da imunidade, além de proteger o corpo de outras deficiências e doenças. Ela regula o metabolismo do cálcio e do fósforo, aumentando a absorção intestinal bem como a reabsorção renal desses íons, mantendo assim, concentrações suficientes para assegurar o crescimento ósseo. Também fortalece o sistema imunológico, modula a autoimunidade, protegendo assim o organismo de doenças autoimunes, gripes, alergias e até cânceres. 

Ela atua no fortalecimento dos ossos: Sua ausência podem acarretar doenças mais graves como o raquitismo em crianças e a osteoporose em adultos. Ajuda redução do risco de diabetes: a vitamina D causa um tipo de secreção de insulina fazendo com que o corpo tenha condições de processar o açúcar e dessa forma evitar o aparecimento da doença.

Promove o ganho de massa muscular: pessoas com deficiência em vitamina D3 em seu organismo tendem a ter diminuição da força muscular. Por outro lado pessoas que fazem uso de suplementação ou alimentação contendo vitamina D3 conseguem obter uma síntese de proteínas que ajudam a conseguir um crescimento de massa muscular, fazendo com que estes músculos consigam gerar mais força e resistência. Outra vantagem no ganho de massa muscular usando a vitamina D esta ligada a obter bons níveis de testosterona. O uso da vitamina D pode evitar doenças como mal de Alzheimer e Parkinson em pessoas idosas, além de controlar transtornos de mudança de humor como casos de depressão.

Como age?

Coração: Atua na participação das contrações do coração. A falta da Vitamina D pode causar o acúmulo de cálcio nas artérias podendo gerar placas e assim obstrução das mesmas.
Fraturas: A vitamina D proporciona força muscular e sua ausência pode gerar futuras fraturas óssea por afetar a mineralização óssea.
Fortalecimento ósseo: A Vitamina D atua de maneira direta no cuidado e preservação dos ossos. Indivíduos com deficiência de vitamina D podem chegar a ter 30% menos de cálcio em suas dietas. A ausência desta vitamina podem acarretar doenças mais graves como o raquitismo em crianças e a osteoporose em adultos.
Diabetes: O uso da vitamina D pode contribuir na redução do aparecimento da diabete, isso ocorre pois a vitamina D causa um tipo de secreção de insulina fazendo com que o corpo tenha condições de processar o açúcar e dessa forma evitar o aparecimento da diabete.
Massa muscular: Por meio de estudos realizados, pesquisadores identificaram que pessoas com deficiência em vitamina D3 em seu organismo tendem a ter diminuição da força muscular, por outro lado pessoas que fazem uso de suplementação ou alimentação contendo vitamina D3 conseguem obter uma síntese de proteínas que ajudam a conseguir um crescimento de massa muscular, fazendo com que estes músculos consigam gerar mais força e resistência. Outra vantagem no ganho de massa muscular usando a vitamina D esta ligada a obter bons níveis de testosterona
Saúde mental: O uso da vitamina D pode evitar doenças como mal de Alzheimer e Parkinson em pessoas idosas, além de controlar transtornos de mudança de humor como casos de depressão.


Funções da Vitamina D no Organismo:
• Auxilia na absorção do cálcio pelo trato intestinal
• Ajuda o organismo a assimilar o fósforo
• Ajuda o pâncreas a liberar insulina
• Necessária para o crescimento e desenvolvimento de ossos e dentes
• Necessária para o funcionamento da tireóide
• Estimula a mineralização das células ósseas


Sintomas de deficiência de Vitamina D:
• Desordens ósseas (raquitismo em crianças ou osteomalácia em adultos)
• Baixos níveis de cálcio
• Baixos níveis de fosfato
• Risco elevado de osteoporose
• Espasmos musculares


Causas de deficiência de Vitamina D:
• Envelhecimento
• Diminuição na absorção de lipídeos
• Bloqueadores de gordura utilizados para a perda de peso
• Medicamentos (como a fenitoína)
• Prednisona (esteróide para o tratamento do câncer e que interfere na conversão da vitamina D em sua forma ativa)
• Protetor solar (impede a absorção da vitamina D)


Doenças que podem ser tratadas com Vitamina D:
• Doenças auto-imunes
• Prevenção e tratamento de câncer
• Doença cardiovascular
• Depressão
• Diabetes
• Epilepsia
• Hipertensão
• Condições inflamatórias
• Enxaqueca
• Esclerose múltipla
• Osteoartrite
• Osteoporose
• Síndrome do Ovário Policístico
• Dor musculoesquelética

Posologia: Tomar 1 cápsula ao dia ou conforme orientação de um profissional habilitado.
Composição: Vitamina D3 (Colecalciferol) 10.000ui excipiente QSP 1 cápsula.
Referências: Literatura do fornecedor

3) ZINCO 50MG + COBRE 2MG

Zinco é um oligoelemento essencial para nosso organismo. O mineral Zinco está presente em todas as partes do corpo e tem múltiplas funções. Ajuda a curar feridas e é componente importantíssimo de muitas reações enzimáticas. O zinco é vital para o funcionamento saudável de muitos sistemas do organismo. É especialmente importante para a saúde da pele e essencial para um sistema imunológico saudável e para a resistência a infecções. O zinco tem várias funções. Seu papel é crucial no crescimento e na divisão das células, quando é necessário na síntese de proteínas e de DNA, na atividade da insulina, no metabolismo dos ovários, testículos e no funcionamento do fígado.

Os primeiros sintomas de deficiência de zinco são: perda de paladar, fraca resposta imunológica e problemas de pele. Outros sintomas são: perda de cabelo, diarreia, fadiga, demora na cura de feridas e, em crianças, taxa reduzida de crescimento e desenvolvimento mental. Acredita-se que a suplementação de zinco possa auxiliar no tratamento de problemas de pele como acne e eczema, problemas da próstata, anorexia nervosa, alcoolismo e possa ajudar pessoas que sofreram traumas ou passaram por cirurgias.

Benefícios comprovados do Zinco

Ter uma alimentação rica em minerais é essencial para manter a saúde em dia. Mas, entre tantos nutrientes, um deles assume papel de destaque: o zinco. Esse mineral é essencial para que nosso corpo continue funcionando de maneira eficiente. Ele nos protege de um número grande de doenças e ajuda a combater outras que já se instalaram em nosso organismo. O mineral zinco está presente em todas as partes do corpo e tem múltiplas funções. É especialmente importante para a saúde da pele (ajuda a curar feridas) e essencial para um sistema imunológico saudável e para a resistência a infecções.

A suplementação de zinco auxilia no tratamento de problemas de pele como acne e eczema. Em um estudo realizado com pacientes com acne foi observado uma concentração de zinco sérico menor do que nos pacientes sem acne, concluindo que a acne pode ser consequência de uma deficiência de zinco. Muitos estudos observaram que na presença da suplementação de zinco houve a redução do Propionobacterium acnes, bactéria envolvida na patologia da acne, e de ácidos graxos livres na pele causados pelo excesso de oleosidade, principalmente porque este mineral inibe a lipase da bactéria P. acnes exercendo assim um efeito antimicrobiano.

De acordo com a OMS, pessoas que não consomem quantidades suficientes de zinco têm maiores chances de sofrer com ação de agentes infecciosos, e por isso, passam mais tempo doentes se comparadas com aquelas que têm uma ingestão de zinco adequada. Além disso, aproximadamente 100 enzimas diferentes precisam do zinco para conseguir catalisar reações químicas que mantém as funções celulares eficientes. Por isso, o zinco, além de ter papel importante em nossa imunização, ainda ajuda praticamente todo o corpo a funcionar melhor.

 

Cobre é um mineral que desempenha um papel singular na respiração. A proteína hemoglobina carrega a maior parte do oxigênio do sangue e conta com o cobre e o ferro para sua síntese e funcionamento. O cobre também participa da produção de colágeno, a proteína responsável pela integridade funcional de ossos, cartilagens, pele e tendões; da elastina, a principal proteína responsável pelas propriedades elásticas dos vasos sanguíneos, pulmões e pele; do neurotransmissor noradrenalina, uma molécula-chave para o funcionamento do sistema nervoso; e da formação de melanina (pigmento encontrado na pele e nos cabelos). O Cobre foi identificado como um elemento essencial para aumentar a resistência ao stress e às doenças. Ele desempenha um papel primordial na saúde e no funcionamento adequado de cada célula do organismo.

O corpo humano não consegue produzir o cobre, ele é obtido por meio da alimentação ou uplementação. O cobre ajuda na formação de algumas células sanguíneas, hormônios e enzimas antioxidantes, também contribui para a síntese de neurotransmissores, formação da bainha de mielina e regulação da expressão gênica. O cobre ainda ajuda a regular a quantidade de ferro no organismo e na formação de tecidos conjuntivos.

Benefícios comprovados do cobre
Bom para a pele: O cobre é bom para a pele por alguns motivos. Ele é importante para a formação de melanina, que desempenha um papel na pigmentação da pele, cabelos e olhos, impedindo, por exemplo, a formação de manchas de pele, melasma. A lisil oxidase, é uma enzima dependente de cobre responsável pela ligação cruzada de colágeno e elastina, que são essenciais para a formação de tecido conjuntivo forte e flexível. Por fim, a ação antioxidante que o cobre proporciona por meio das enzimas antioxidantes também irá contribuir para uma pele mais saudável e bonita.

Bom para o cérebro: Muitas cuproenzimas, enzimas dependentes de cobre, são responsáveis por diversas reações essenciais para a função normal do cérebro e do sistema nervoso. Estas enzimas dependentes de cobre são responsáveis pela síntese de neurotransmissores. Além disso, a formação e manutenção da bainha de mielina, bainha protetora que cobre os nervos, é feita de fosfolípidos cuja síntese depende da atividade do citocromo c oxidase, enzima dependente de cobre. A forte ação antioxidante que o cobre proporciona indiretamente também irá prevenir doenças cerebrais degenerativas.

Bom para a imunidade: O cobre é essencial para que as pessoas tenham um bom aproveitamento da vitamina C. Esta vitamina aumenta a produção de glóbulos brancos, células que fazem parte do sistema imunológico e que tem a função de combater microorganismo e estruturas estranhas ao corpo. A vitamina C também aumenta os níveis de anticorpos no organismo. Assim, ela ajuda a fortalecer o sistema imunológico, deixando nosso corpo menos suscetível a doenças. A poderosa ação antioxidante que o cobre proporciona indiretamente também age de forma positiva na imunidade.

Bom para o coração: O cobre é um mineral essencial para enzimas antioxidantes como a superóxido dismutase e a celuroplasmina, que impedem a ação dos radicais livres sobre a oxidação de lipídeos, diminuindo o risco de doenças cardíaca, uma vez que as gorduras oxidadas podem levar ao entupimento de artérias.

A deficiência de cobre no organismo pode causar problemas como manchas na pele, neutropenia (anormalmente baixo número de glóbulos brancos chamados neutrófilos), osteoporose e doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson. Problemas na tireoide também podem ocorrer diante da carência de cobre.

Posologia: Tomar 1 cápsula ao dia durante a principal refeição ou conforme orientação de um profissional habilitado.
Composição: Zinco 50mg + Cobre 2mg excipiente QSP 1 cápsula.
Referências: Literatura do fornecedor

4) QUERCETINA 500MG

Quercetina 500mg é um ativo com propriedades antioxidantes, anti-iflamatórias e antiviral. Melhora o sistema imunológico e reduz os radicais livres.Diferentes estudos têm constatado o fortalecimento do sistema imunológico, em especial no trato gastrointestinal, a partir da administração de Quercetina. Também demonstrou ter poder estabilizador nos mastócitos impedindo a ação da histamina durante as reações alérgicas e inibindo a formação de leucotrienos. Tem evidenciado, também, um efeito antifúngico em cultivos de Candida albicans, um fungo oportunista que pode surgir em quadro de imunodepressão.

A Quercetina 500mg apresenta propriedades anti-inflamatórias, anticarcinogênica, atua no sistema imunológico, tem atividade antiviral, reduz o efeito da formação de cataratas nos diabéticos, é hepatoprotetora e gastroprotetora. Há inúmeras aplicações na medicina principalmente nos tratamentos de problemas circulatórios e capilares, incluindo inflamações de qualquer tipo. O que se tem comprovado sobre a quercetina em humanos é o seu  potencial antioxidante, anticarcinogênico e seus efeitos protetores aos sistemas renal, cardiovascular e hepático.

ATIVIDADE ANTIOXIDANTE
Entre suas principais ações, destaca-se o seu poder de remover os radicais livres, exercendo um papel citoprotetor em situações de risco de dano celular. A Quercetina demonstrou inibir in vitro a oxidação da lipoproteína de baixa densidade (LDL) por macrófagos e reduzir a citotoxidade da LDL oxidada. Junto com a vitamina C, demonstrou efeitos sinérgicos na função antioxidativa. O ácido ascórbico age como um redutor da oxidação da Quercetina, de maneira que combinados, a vitamina C permite uma sobrevivência maior do flavonóide para cumprir suas funções antioxidativas. Por outro lado, a Quercetina protege a vitamina E da oxidação, com a qual também apresenta efeitos sinérgicos.

ATIVIDADE CARDIOVASCULAR
A mesma propriedade antioxidante descrita anteriormente é suficiente para reduzir o risco de morte por doenças e danos cardíacos. Neste sentido, a Quercetina demonstrou diminuir a incidência de infarto do miocárdio e derrames cerebrais em pessoas da terceira idade. Também demonstrou efeitos vasodilatadores na aorta isolada de ratos, efeitos antitrombóticos (por uma ligação seletiva na parede plaquetária) e diminuiu as lesões de reperfusão do miocárdio. Devido à inibição da peroxidação lipídica, a Quercetina protege o endotélio da destruição local por prostaciclina e o fator de relaxamento derivado do endotélio.

Benefícios

Atividade Antitumoral: Um dos mecanismos de ação da Quercetina como agente antiproliferativo de células tumorais é através de sua capacidade antimutagênica e de seu poder antioxidante.

Atividade Imunológica: Diferentes estudos têm constatado o fortalecimento do sistema imunológico, em especial no trato gastrointestinal, a partir da administração de Quercetina. Também demonstrou-se ter poder estabilizador nos mastócitos impedindo a ação da histamina durante as reações alérgicas e inibindo a formação de leucotrienos. Tem evidenciado, também, um efeito antifúngico em cultivos de Candida albicans, um fungo oportunista que pode surgir em quadro de imunodepressão.

Efeitos na Formação de Catarata em Diabetes: Como é conhecida, a catarata é uma complicação relativamente comum em quadros de diabetes. Entre os mecanismos de ação descobriu-se que a enzima aldolase-reductase tem papel gerador de catarata. Diferentes experiências demonstraram atividade inibitória da Quercetina sobre esta enzima, que seria do tipo não-competitiva e uma das mais potentes entre os diferentes agentes inibidores testados.


Principais indicações:

- Atividade antiviral
- Melhora o sistema imunológico
- Redução dos radicais livres
- Anti-inflamatório
- Antioxidante
- Protetor cardiovasculas
- Anticarcinogênica
- Reduz o efeito da formação de cataratas nos diabéticos
- Hepatoprotetora e gastroprotetora
- Tratamentos de problemas circulatórios e capilares

Posologia: Tomar 1 cápsula 2x ao dia ou conforme orientação de um profissional habilitado.
Composição: Quercetina 500mg excipiente QSP 1 cápsula.
Referências: 1) Informativo Técnico Infinity Pharma 2) Informativo Técnico Opção Fênix 3) BATISTUZZO J. A. O ITAYA M., ETO Y. Formulário Médico Farmacêutico, 3ª edição, editora Pharmabooks, São Paulo, 2006, p.585.

5) CLORETO DE MAGNÉSIO PA 500MG

O Cloreto de Magnésio PA é um suplemento mineral que traz diversos benefícios ao funcionamento do organismo, bem como a melhora de diversos processos metabólicos. Durante anos de estudo, a sociedade científica observou que o Magnésio atua de forma muito eficaz na manutenção de várias frentes, pois auxilia nosso corpo a manter os fluidos sanguíneos na movimentação muscular, atuando inclusive no sistema nervoso. Já no sistema digestivo, ao ser combinado com outros minerais presentes na nossa alimentação, acaba facilitando a digestão e aliviando quadros de azia.

Como consumir o Cloreto de Magnésio PA?
É recomendado que Cloreto de Magnésio PA seja consumido conforme orientação do seu profissional de saúde, para apresentação de melhores resultados. O suplemento em cápsulas deve ser ingerido com bastante água, seguindo a média de 1 a 2 cápsulas ao dia. Como o magnésio não é produzido naturalmente pelo organismo, é necessário consumir por fórmula ou através dos alimentos.

Qual a diferença entre Cloreto de Magnésio PA e o Cloreto de Magnésio?
A sigla PA significa “Puro para Análise”, fazendo referência à pureza e qualidade do produto e do mineral em questão. O Cloreto de Magnésio PA é aquele que é puro, não contendo nenhum tipo de mistura de outras substâncias. Já o Cloreto de Magnésio que não possui a sigla PA, pode conter traços de outras substâncias, não sendo um produto puro. Dê sempre preferência ao produto com a sigla.

Quais os benefícios do Cloreto de Magnésio PA?
O Cloreto de Magnésio PA serve para tratar e regular uma série de funções do nosso corpo, trazendo muitos benefícios para a nossa saúde. Entre eles, os principais são:

  • Aumento das funções cerebrais, atuando diretamente na melhora o aprendizado e memória, fortalecimento dos ossos;
  • Prevenção e tratamento contra enxaquecas e dores de cabeça;
  • Diminuição do risco de hipertensão e doenças cardiovasculares;

O Cloreto de Magnésio tem alguma relação com a Melatonina?
O benefício dos dois acaba sendo o mesmo, porém o Cloreto de Magnésio PA não tem nenhuma relação com a Melatonina. Seus benefícios se comparam, pois o magnésio diminui o hormônio cortisol, reduzindo o efeito do estresse e auxiliando na melhora do sono.

Cloreto de Magnésio PA tem alguma restrição de consumo?
O Cloreto de Magnésio PA não deve ser usado em casos de insuficiência renal severa, miastenia grave (doença autoimune) ou no quadro de disfunção digestiva severa. Por se tratar de um suplemento, pode ser consumido por crianças e adultos. Gestantes e lactantes devem consumir mediante orientação do médico e/ou nutricionista.

Assim como qualquer alimento, suplemento ou medicação, ao ter apresentar qualquer tipo de reação alérgica como inchaço, coceira, diarréia, náuseas ou reflexos lentos, procurar atendimento médico imediatamente. Conte sempre com o profissional de saúde de sua preferência para te orientar quanto ao consumo desse complemento mineral.


Principais indicações:

  • Previne os infartos, porque evita a calcificação arterial.
  • Previne a artrite, já que o magnésio evita que o ácido úrico se deposite nas articulações.
  • Previne a osteoporose, devido à sua ação fixadora do cálcio.
  • Normaliza a pressão arterial.
  • Regula a digestão.
  • Equilibra o sistema nervoso, é um tranquilizante e relaxante natural.
  • Previne o câncer.
  • Previne a formação dos cálculos renais, impedindo que o oxalato de cálcio se acumule neles.
  • Previne problemas da próstata.
  • Tratamento da deficiencia de magnésio.

Posologia: Tomar 1 ou 2 cápsulas ao dia ou conforme orientação de um profissional habilitado.
Composição: Cloreto de Magnésio PA 500mg excipiente QSP 1 cápsula.
Referências: Referência Bibliográfica  Referência Bibliográfica

6) IVERMECTINA 6MG

A ivermectina é um remédio antiparasitário capaz de paralisar e promover a eliminação de vários parasitas, sendo principalmente indicado pelo médico no tratamento da oncocercose, elefantíase, pediculose, ascaridíase e escabiose. Esse remédio é indicado para adultos e crianças com mais de 5 anos, sendo importante consultar o médico ou profissional habilitado quanto ao seu uso, pois a dose pode variar de acordo com o agente infeccioso a ser tratado.

Para que serve
A ivermectina é um medicamento antiparasitário muito indicado no tratamento de diversas doenças, como por exemplo:

- Estrongiloidíase intestinal;
- Filariose, popularmente conhecida como elefantíase;
- Escabiose, também chamada de sarna;
- Ascaridose, que é a infecção pelo parasita Ascaris lumbricoides;
- Pediculose, que é a infestação por piolhos;
- Oncocercose, popularmente conhecida como cegueira dos rios.

É importante que o uso da ivermectina seja feito de acordo com a orientação do médico ou profissional habilitado, pois assim é possível prevenir o aparecimento de efeitos colaterais.

Como usar
A ivermectina é normalmente usada em dose única de acordo com o agente infeccioso que deve ser eliminado. O medicamento deve ser tomado em jejum, uma hora antes da primeira refeição do dia. Não deve ser ingerido com medicamentos da classe dos barbituratos, benzodiazepinas ou ácido valproico.

Possíveis efeitos colaterais
Alguns dos efeitos colaterais mais comuns que podem ocorrer durante o tratamento com ivermectina são diarréia, náusea, vômitos, cansaço, perda do apetite, dor de barriga ou prisão de ventreEm alguns casos, também podem surgir tonturas, sonolência, vertigens e tremoresGeralmente, essas reações são leves e transitórias. Além disso, também podem ocorrer reações alérgicas, especialmente quando se toma a ivermectina para oncocercose, que podem se manifestar com dor abdominal, febre, coceira pelo corpo, manchas vermelhas na pele, inchaço nos olhos ou nas pálpebras. Caso estes sintomas surjam é aconselhado interromper o uso do medicamento e procurar ajuda médica.

Quem não deve tomar
Este remédio está contraindicado para grávidas, mulheres que estejam amamentando, crianças com menos de 5 anos ou 15 kg e pacientes com meningite ou asma. Além disso, também não deve ser usado em pessoas com hipersensibilidade à ivermectina ou qualquer outro dos componentes presentes na fórmula.

Ivermectina e COVID-19
O uso da ivermectina contra a COVID-19 tem sido amplamente discutido na comunidade científica, isso porque esse antiparasitário possui ação antiviral contra o vírus responsável pela febre amarela, ZIKA e dengue e, por isso, é suposto que teria também efeito contra o SARS-CoV-2. 

No tratamento da COVID-19
A ivermectina foi testada por investigadores na Austrália, numa cultura de células in vitro, que demonstraram que esta substância é eficaz na eliminação do vírus SARS-CoV-2, em apenas 48 horas. Porém, estes resultados não são suficientes para comprovar a sua eficácia em humanos, sendo necessários ensaios clínicos para verificar a sua real eficácia in vivo, e determinar ainda se a dose terapêutica é segura em humanos, o que poderá demorar entre 6 a 9 meses.

Um estudo realizado com pacientes hospitalizados em Bangladesh teve como objetivo verificar se o uso de ivermectina seria seguro para esses pacientes e haveria algum efeito contra o SARS-CoV-2. Assim, esses pacientes foram submetidos a um protocolo de tratamento de 5 dias apenas com ivermectina (12 mg) ou dose única de ivermectina (12 mg) em combinação com outros medicamentos por 4 dias, e o resultado foi comparado com o grupo placebo constituído por 72 pacientes. Como resultado, os pesquisadores verificaram que o uso de apenas ivermectina foi seguro e que foi eficaz no tratamento de COVID-19 leve em pacientes adultos, no entanto mais estudos são necessários para confirmar esses resultados.

Por outro lado, em um estudo realizado com 325 pacientes diagnosticados com COVID-19, em que 248 não possuíam comorbidades, foi possível verificar que o uso da ivermectina impediu a progressão da doença e o desenvolvimento de complicações. Nesse estudo um grupo foi tratado com ivermectina 24 horas após o internamento e teve o cuidado de suporte (antipiréticos, anti-histamínicos e antibióticos, no caso de infecções secundárias), enquanto que o outro grupo só teve o tratamento de suporte, e ambos foram acompanhados quanto ao resultado de exames realizados para negatividade da infecção, tempo de internamento, progressão da doença e taxa de mortalidade.

Como resultado, foi observado que no grupo tratado com ivermectina não houve progressão da doença e nem desenvolvimento de complicações ou necessidade de ventilação mecânica, diferentemente do grupo que recebeu apenas tratamento de suporte. Assim, o uso de ivermectina parece ter relação com a melhora dos sintomas e do prognóstico.

Na prevenção da COVID-19
Além da ivermectina estar sendo estudada como forma de tratamento da COVID-19, outros estudos têm sido feitos com o objetivo de verificar se o uso desse medicamento ajudaria a prevenir a infecção. Um estudo realizado por pesquisadores dos Estados Unidos teve como objetivo investigar o porquê a COVID-19 tem incidências diferentes em vários países. Como resultado dessa investigação, verificaram que os países africanos tem menor incidência devido à realização de uso de medicamentos em massa, principalmente antiparasitários, incluindo a ivermectina, devido ao maior risco de parasitoses nesses países.

Assim, os pesquisadores acreditam que o uso da ivermectina poderia diminuir a taxa de replicação do vírus e prevenir o desenvolvimento de doença, porém esse resultado é apenas baseado em correlações, não tendo sido feitos ensaios clínicos. Outro estudo relatou que o uso de nanopartículas associadas com a ivermectina poderia diminuir a expressão dos receptores presentes nas células humanas, o ACE2, que ligam-se ao vírus, e da proteína presente na superfície do vírus, diminuindo o risco de infecção. No entanto, são necessários mais estudos in vivo para comprovar o efeito, assim como estudos de toxicidade para verificar que o uso de nanopartículas com ivermectina é seguro.

Em relação ao uso de ivermectina de forma preventiva, ainda não existem estudos conclusivos. Porém, para que a ivermectina atue impedindo ou reduzindo a entrada de vírus nas células, é necessário que exista carga viral, pois assim é possível haver a ação antiviral do medicamento.


Principais indicações:

Indicado para o tratamento da estrongiloidíase intestinal, oncocercose, filariose, ascaridíase, escabiose e pediculose.

Posologia: Tomar 1 cápsula para cada 30 quilos ou conforme orientação de um profissional habilitado.
Composição: Ivermectina 6mg excipiente QSP 1 cápsula.
Referências: Literatura do fornecedor

Os resultados e indicações referentes ao uso desse produto foram avaliados e comprovados pelo fabricante deste insumo farmacêutico. Não garantimos os resultados descritos, estes variam de pessoa para pessoa dependendo de diversos fatores como alimentação, prática de exercícios físicos, presença de outras patologias, bem como, o uso correto do produto conforme descrito na posologia.

 

  Modo de usar Composição Advertências  

Tomar conforme orientação de um médico ou profissional habilitado.


Validade: 3 meses.
 
Venda sob prescrição de profissional habilitado, podendo este ser a nossa farmacêutica de acordo com a Resolução 586/2013 do Conselho de Farmácia. Consulte-o! As informações contidas neste site não devem ser usadas para automedicação e não substituem, em hipótese alguma, as orientações dadas pelo profissional da área médica.
Vitamina C 1,5g - Vitamina D3 10.000ui - Zinco 50mg - Cobre 2mg - Quercetina 500mg - Cloreto de Magnésio PA 500mg - Ivermectina 6mg
Excipiente QSP 1 cápsula.
 
1. Nunca compre medicamento sem orientação de um profissional habilitado.
2. Imagens meramente ilustrativas.
3. As indicações postas não se tratam de propaganda, e sim de descrição do produto.
4. Pessoas com hipersensibilidade à substância não devem utilizar o produto.
5. Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.
6. Não use o produto com o prazo de validade vencido.
7. Guarde seu medicamento em temperatura ambiente (15 a 30ºC) em local ventilado, protegido do sol, calor e umidade.
8. Mantenha fora do alcance das crianças.
9. Recomendado o uso para crianças acima de 14 anos.
10. A vitamina C e D não deve ser utilizado por pacientes com problemas renais: Insuficiência renal, cálculos, sem orientação do médico.
11. A vitamina D é contra indicado em pacientes com Hipercalcemia, Hipervitaminose D e Osteodistrofia com hiperfosfatemia.
12. O zinco pode diminuir a ação de tetraciclina, levofloxacina e cobre.
13. O zinco pode ter sua ação diminuída por diuréticos tiazídicos, ácido fólico e suplementos de ferro.
14. Devido aos efeitos da ivermectina nos receptores GABA no sistema nervoso central, IVERMECTINA® está contraindicado para pacientes em condições associadas ao comprometimento da barreira hematoencefálica, como meningite e outras afecções do sistema nervoso central.
15. Esses medicamentos não devem ser utilizados por gestantes e lactantes, exceto sob orientação médica.
16. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.